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A gravidez é convencionalmente calculada em semanas, a partir do primeiro dia da última menstruação. Devido ao facto de a ovulação ocorrer cerca de 2 semanas depois do início da menstruação e de a fertilização se dar pouco depois da ovulação, o embrião é cerca de 2 semanas mais jovem que o número de semanas que se atribuem à gravidez. Por exemplo, numa mulher que está «grávida de 4 semanas», o embrião tem 2 semanas. Se o ciclo menstrual for irregular, a diferença real pode ser superior ou inferior às 2 semanas. Do ponto de vista prático, quando a menstruação se atrasa 2 semanas, considera-se que a gestação é de 6 semanas. A gravidez dura, em média, 266 dias (38 semanas) desde o dia da concepção ou 280 dias (40 semanas) desde o primeiro dia da última menstruação. A data aproximada do parto é calculada subtraindo 3 meses, desde o primeiro dia do último período menstrual, e somando-lhe 1 ano e 7 dias. Só 10 % ou menos das mulheres grávidas dão à luz na data prevista, mas 50 % fazem-no com uma margem de 1 semana e quase 90 %, de 2 semanas (antes ou depois da data). Por conseguinte, um parto que se verifique 2 semanas antes ou depois da data calculada, é considerado normal. A gravidez divide-se em três períodos de 3 meses, chamados primeiro trimestre (semanas 1 a 12), segundo trimestre (semanas 13 a 24) e terceiro trimestre (semana 25 até ao parto). |